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É comum encontrar ex-colegas e amigos distantes buscando recolocação nos sites de relacionamentos como Facebook®, Twitter® e até em sites de recolocação e discussão sobre carreiras como o LinkedIn® e outros…

 O que mais me intriga é o fato de que estes ‘conhecidos’ quando estavam empregados e muitos deles ‘bem empregados’ nunca se importaram em manter certo ‘network’ nestes meios e muito menos com seus ex-colegas e amigos distantes.

Percebo que este comportamento acaba sendo involuntário muitas vezes por razões da alta demanda de trabalho que costumamos encarar, e alguns desafios realmente nos distanciam deste mundo que na qual deveríamos valorizar durante todo o tempo e não só quando estamos da berlinda e vulneráveis.

Este comportamento que assisto me deixa por hora contrariado, pois por falta de informação estes executivos e diretivos chegam a lançar-se ao ridículo de forma que eu acabo ficando constrangido por eles, pois conheço suas aptidões e capacidade de resiliência, as vezes, mais do que eles próprios. Sim, acaba sendo constrangedor saber mesmo nas ‘entrelinhas’ que tal desespero muitas vezes é resultado de uma falta de gestão pessoal de quando este indivíduo estava empregado e achando que nunca seria desligado acabou aventurando-se por despesas que agora não imagina como pagar cada uma delas sem emprego e tendo filhos pra sustentar. Talvez por gozar por longo tempo de uma situação financeira cômoda alterou seu padrão de vida para um nível difícil de administrar sem uma reserva de emergência previamente pensada ou de uma rápida recolocação no mesmo nível do anterior.

ATENÇÃO!

Busque recolocação com elegância! Com objetividade! Busque informações com o pessoal de RH, pois com eles é fácil de encontrar dicas de como buscar um novo emprego de forma discreta, sem alarde e com um melhor nível de assertividade! Não jogue fora as conquistas e sua reputação de sucesso andando de joelhos na internet implorando por um emprego que tenha carro, celular e notebook da empresa porque você nunca se organizou!

 Por mais que você nunca tenha passado por isso, acho importante que mantenha sua rede de amigos mais próxima de você, pode que ninguém te empregue ou indique você nestes momentos, mas seguramente serão solidários com você sendo o que muitas vezes você não foi, amigo (a)!

Como dizem por aí  #FICAADICA.

Por: Ozeias Rangel,



Ótima pergunta. Essa é uma situação do tipo “o ovo ou a galinha”. Qual vem primeiro e como conseguir um sem o outro?

 A realidade é que você não pode mentir no seu currículo, então não importa o que você coloque nele, se você não tem a experiência, isso não vai te ajudar. Se você já fez trabalho voluntário, ótimo, e você deve evidenciar qualquer trabalho voluntário relevante em seu currículo, mas isso raramente é um diferencial na procura por trabalho.

 O DIFERENCIAL É VOCÊ.

 Você vai ter que ser de certa forma, agressivo ao se vender. Vai ter que pesquisar mais do que aqueles que já têm experiência. Vai ter que mostrar o que você pode fazer, mesmo que você não tenha experiência. O ideal seria criar evidências de que você é uma pessoa interessada e capaz. Isso pode ser feito através de um blog, por exemplo. Ou falando, interagindo fortemente em fóruns e sites de mídia social que permitem demonstrar seu conhecimento.

 Pode ser difícil ser contratado a partir de seu currículo, então você vai ter de se empenhar para fazer com que as pessoas falem com você. Pense em marketing. De que forma você pode obter maior exposição e ter pessoas suficiente em seus perfis vendo o que você está postando e ouvindo o que você está dizendo? Esta é uma forma de verem o valor que você agrega, independentemente do que seu currículo diz.

Vamos usar o voluntariado como exemplo. Se você é voluntário, e adiciona isso ao seu currículo, pode pensar que vai fazer muita diferença. É um pensamento  ingênuo. O melhor de ser voluntário é usar essa oportunidade para gerar network e fazer mais contatos do que você tem agora.

Pense assim: Infelizmente, devido à sua falta de experiência (percebida ou real) você é o que menos tem chances, o concorrente menos favorecido para ganhar. Então, você tem que trabalhar mais. Tem que “falar mais alto” e provar que você pode fazer o trabalho tão bem feito quanto o candidato favorito.

Então, como você arruma um emprego sem experiência? Mostre aos empregadores que você está além do currículo. Você prova por meio de ações e redes de contatos que você pode fazer um trabalho, mesmo que você não tenha feito isso no passado. Você trabalha duro para provar a si mesmo no que for possível e, eventualmente, alguém vai notar.

Se você é um empregador à procura de um profissional de RH que se focou em benefícios, mas mergulhou os dedos dos pés em outras funções generalistas também e está pronta para assumir um papel generalista completo (na área de Chicago) envie um e-mail para mim e eu vou colocar vocês em contato. Ela está pronta, confie em mim.

Por: Sabrina Baker



3801fb3bbc47acb68ec0ddc227872a41“Errar é humano”. É essa expressão que costumamos dizer sempre que nos pegamos diante de um erro que nós mesmos cometemos. Tendemos sempre a utilizar diferentes recursos e justificativas para tentar minimizar erros, abusando sempre de ditados populares que remetem ao fato de que “ninguém é perfeito”, “todo mundo erra”, dentre outros. Com isso, tentamos nos eximir das consequências e prejuízos decorrentes de nossos erros.

É claro que não estamos equivocados quando afirmamos categoricamente que todas as pessoas erram, mas passamos a duplicar os nossos erros ao deixar de admiti-los. Isso porque, na tentativa de justificar um erro cometido, negando-o estamos errando mais uma vez, independente da situação à qual o erro esteja relacionado.

Nos relacionamentos interpessoais e no ambiente de trabalho, tendemos a fugir das consequências de nossos erros negando-os, culpando outra pessoa ou simplesmente ignorando-os. Dessa forma, tendemos a nos afastar da possibilidade de consertar o erro cometido e, principalmente, tendemos a repetir o mesmo erro outras vezes. Assim, eis algumas sugestões sobre como e por que assumir os próprios erros:

  1. Assuma seu comportamento – Reconhecer o problema é o caminho para aceitar os próprios erros.
  2. Defina um ponto de chegada – Ter um objetivo desafiador diminui a ansiedade e ajuda a manter o foco.
  3. Aumente as possibilidades – Quando o objetivo se resume a uma empresa, fica mais fácil se frustrar e procurar culpados. Amplie sua lista.
  4. Tenha foco na solução – Ao cometer um erro, descubra o que aconteceu e tente consertar. Buscar solução faz você esquecer de procurar culpados.
  5. Pare e pense – Quando seu comportamento o levar a culpar alguém por uma frustração sua, tente reverter a situação. Para mudar um (mau) hábito é preciso treino.
  6. Faça você mesmo – Quem espera que digam o que é preciso ser feito não tem o controle da carreira. O ideal é tentar sempre fazer mais do que esperam de você.
  7. Mantenha-se informado – Diminuir os riscos de cometer erros ajuda a tirar a máscara de vítima. Por isso, estude, desenvolva novas habilidades e fique atento ao que o mercado oferece e exige.

Assim, fica a recomendação para que quando um cometer um erro, uma falha operacional, você tenha a humildade de reconhecer que você teve culpa e se penitenciar diante de seus colegas de trabalho, superiores, subordinados, clientes e fornecedores. Acredite que com isso sua imagem e a imagem da sua empresa passarão a ser lembradas e comentadas de maneira positiva.

Por: Tahiana Andrade



Para melhor auxiliar seus clientes, o Carrer Builder, site americano especializado em mercado de trabalho, fez uma pesquisa recente para saber quais são os erros mais cometidos pelos candidatos durante uma entrevista de emprego. Por um mês, mais de 2500 recrutadores e diretores de recursos humanos participaram do estudo conduzido por Harris Poll. Segundo levantamento, logo nos primeiros 5 minutos, metade dos entrevistadores já sabe se o candidato está ou não preparado para vaga.

O estudo também concluiu que mesmo que o candidato apresente boa carta de apresentação e currículo, se a linguagem corporal não for adequada, as chances de conseguir o novo emprego serão baixas. Segundo os pesquisadores, os 10 erros mais frequentes, atrelados à linguagem corporal, durante a entrevista são:

 

1 - Falha no contato visual – acontece em 67% das entrevistas

2 - Falha na hora de sorrir –  acontece em 39% das entrevistas

3 - Brincar com alguma coisa da mesa – acontece em 33% das entrevistas

4 - Postura incorreta – acontece em 30% das entrevistas

5 - Inquietação - acontece em 30% das entrevistas

6 - Cruzar os braços –  acontece em 29% das entrevistas

7 - Brincar com o cabelo ou passar excessivamente a mão no rosto –  acontece em 27% das entrevistas

8 - Fraco aperto de mão – acontece em  21% das entrevistas

9 - Excesso de gestos com as mãos – acontece em  11% das entrevistas

10- Aperto de mão exageradamente forte – acontece em 7% das entrevistas

Para não ser descartado logo nos primeiros 5 minutos, prepare-se para a entrevista. Pesquise o máximo que puder sobre a empresa, esteja confiante e simule uma entrevista consigo próprio. Confira as questões mais feitas nas entrevistas, segundo a pesquisa da Carrer Builder:

 

1 - Conte-me sobre você. – assunto abordado em 55% das entrevistas

2 - Por que você quer este emprego? - pergunta feita em 50% das entrevistas

3 - Por que você saiu do seu emprego anterior? – pergunta feita em 50% das entrevistas

4 - Qual é sua maior qualidade e seu maior defeito? – pergunta feita em 49% das entrevistas

5 - Conte-me sobre uma dificuldade e como você a superou. – assunto colocado em 48% das entrevistas

 

Fonte: areah.com.br



20120109024927_MELILLO_ResilienciaSão inúmeras as situações que exigem de nós equilíbrio, autocontrole e flexibilidade. Desde um conflito familiar ou afetivo até uma questão profissional. Saber agir de forma eficiente, evitando ser autodestrutivo, é o que se espera para uma vida produtiva e saudável. Resiliência é a capacidade de enfrentar situações adversas aprendendo com as dificuldades sem se abater ou ficar doente. A baixa resiliência pode estar ligada ao estilo de criação ou experiências traumáticas do passado da pessoa. Por outro lado, observamos um grande entrave na vida dos que são inflexíveis. É clássica e muito apropriada uma máxima do pensamento taoista que anuncia que, em noites de tempestade, as árvores rígidas são as primeiras a quebrar, enquanto as finas e flexíveis se curvam e deixam o vento passar. A flexibilidade, quando compreendida e praticada, torna-se uma das melhores estratégias de sobrevivência. Somos seres mutáveis, desde que estejamos abertos às transformações. Analisar fatos com lentes rígidas perpetua padrões que se transformam em verdadeiros cárceres. Indivíduo limitado = infeliz resultado. Mudanças rápidas pedem flexibilidade e assim aumentamos substancialmente as chances de nos realizarmos pessoal e profissionalmente. Colecionamos tensões, traumas e conflitos que se tornam “excesso de bagagem” e prejudicam a expressão de uma maior flexibilidade. Muitas vezes somos inflexíveis na ingênua tentativa de defender nossas crenças e valores. O caminho é refletirmos sobre nossas posturas e se necessário pedirmos ajuda para realizarmos as transformações necessárias.

Meditação, terapia e atividade física ajudam a aumentar o nível de resiliência e flexibilidade.

Por: Gilmara Somensari



mais-respeito-dialogo

O conceito de fazer mais com menos, sem revisar processos e que muitas empresas chamam de “produtividade” tem deixado para trás alguns requisitos básicos da excelência. Um deles é dar e receber feedback. Por conta da minha atividade, adquiri o hábito de navegar pelo Linkedin diariamente. A rede permite que eu acompanhe a evolução profissional dos meus contatos e também que eu tenha acesso a artigos interessantes, mesmo que eu esbarre em muito conteúdo que não agrega conhecimento.

Tenho percebido na rede com frequência manifestações de desabafo de profissionais que participam de processos de seleção e ficam sem retorno, seja das consultorias de Recursos Humanos, seja das empresas. Os motivos para decidir trocar de emprego variam de pessoa para pessoa e envolvem muitos sentimentos diferentes. Geralmente, elas demonstram um comportamento em comum: a ansiedade por conquistar uma nova posição. Daí a ausência de feedback tornar-se um fator a mais de inquietação.

Isso acontece, infelizmente, em consultorias e empresas que enxergam o processo de recrutamento como uma linha de produção, em que o importante é cumprir o dead-line. A seleção começa e vários candidatos são contatados para uma vaga. Na maioria das vezes, apenas um recebe feedback: o contratado. Os demais não vão saber nunca porque não foram escolhidos.  Já em muitos ambientes corporativos impera a cultura de que dar feedback é uma ofensa. O receptor vai questionar, vai justificar, vai se ofender, e o emissor despreparado não quer complicação. Afinal, porque sair da zona de conforto, não é mesmo?

A questão cultural é muito forte e a “produtividade” a que me referi no início vai atropelando os valores mais significativos, entre eles o respeito ao candidato. Irritar-se com a falta de feedback dos recrutadores, porém, não pode ser desculpa para generalizar. Sempre haverá bons e maus selecionadores. Por isso, atente sempre para as consultorias de RH que demonstram o mesmo cuidado tanto com o contratado quanto com o candidato que não foi aprovado.

Trocando de lado no balcão, percebo que muitos profissionais em busca de uma nova oportunidade ou recolocação procuram, como “cordeirinhos”, as mesmas consultorias e empresas conhecidas por não darem feedback. Depois de ocupar suas cadeiras, viram leões. Não atendem mais os telefonemas dos consultores que os auxiliaram, estão sempre sem agenda mesmo para um café. Esquivam-se sempre com um vago “Nos falamos, abraço!”.

Esta instituída então a guerra em que todos reclamam: de um lado os que não dão retorno, de outro os que não recebem feedback. Ao longo da minha carreira, posso ter deixado de dar feedback ou de atender algum consultor que me ajudou. Peço desculpas a todos. Uma coisa, porém, eu garanto: corri atrás de todos os feedbacks que não recebi. Mesmo assim, houve os que não consegui obter. Analisando bem de quem eles viriam, pode ser que nem fossem tão importantes. Justamente por não ter me proporcionado esta chance de melhorar, o gestor que eu julgava ser “o cara” é que precisava aprimorar-se.

Por isso, quando você finalmente ocupar aquela posição que tanto almejou, pratique o feedback com todos ao seu redor. Saiba que o mundo corporativo seria bem melhor se as pessoas passassem a analisar pontos positivos e negativos visando a melhoria. Outra coisa: não se justifique quando chegar o momento de receber um retorno. Só damos feedback quando queremos o bem do próximo. Este é o verdadeiro sentido do respeito. Caso contrário, a probabilidade de se dar mal é sempre maior.

 

Por: Célio Pinto



duvida-dos-clientesVocê já tentou saber algo de uma pessoa considerada “Expert” em um determinado assunto e receber como resposta um sonoro “Eu não Sei”?

E agora?

O sujeito não é autoridade no assunto e me vem com uma resposta dessas!

Por isso proponho uma pequena inversão de papéis.

Você é agora alguém considerado o “supra-sumo” num determinado assunto e fazem uma pergunta para você, que você não sabe a resposta.

Como sair desta situação?

Eu já vi muitas grandes “figuras”, criarem respostas extravagantes ou exóticas, simplesmente para não perder a pose de “sabe-tudo”, e sair de cena. Mas o melhor mesmo é adotar a postura do “Eu não sei”.

Numa situação dessas, EU costumo adotar a regra, de que a melhor coisa que você pode fazer é admitir que não saiba a resposta.

Pessoas inteligentes não são aquelas com a pretensão de saber tudo. As pessoas mais inteligentes são aquelas que entendem de maneira realista o que sabem e, talvez mais importante, o que ainda não sabem.

Mas, infelizmente existem pessoas, que de uma forma tola, querem mostrar que sabem o que na verdade não conhecem. É uma questão boba de orgulho, que no fim, é um comportamento que só traz conseqüências ruins.

Admitindo que você não saiba alguma coisa, você dará um primeiro grande passo para aprender. Pois, ninguém pode saber tudo e absolutamente, não existe vergonha nenhuma em não saber determinado assunto.

A vantagem de admitir o “Eu Não Sei”, mostra que existem tantas coisas que você pode aprender quando admite para si mesmo e para os outros que não sabe.

Digo sempre, que é melhor admitir que você não saiba, do que continuar ignorante.

Ao praticar o “eu não sei” tendo coragem de dizer e depois pesquisar a resposta ou procurar aprender sobre o assunto, sua mente se abre para um crescimento espantoso. Como certa vez disse Albert Einstein: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”…

Agora que você já sabe que pode admitir um “Eu Não Sei”, poderá  enfrentar essas situações com mais segurança!

Pense Nisso…

Por: Sigmar Sabin



NOVAZULO movimento internacional conhecido como Novembro Azul, é comemorado em todo o mundo, quando teve início o Movember, movimento cujo nome surgiu da junção das palavras moustache (bigode, em inglês) e november (novembro em inglês), na Austrália.

 A iniciativa se alastrou, sendo adotada por vários países, inclusive o Brasil, como forma de chamar a atenção dos homens para a importância da prevenção do câncer de próstata. Hoje, o movimento já atinge mais de 1,1 milhões de pessoas em campanhas formais em países como Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Finlândia, Holanda, Espanha, África do Sul e Irlanda. Seu objetivo principal é mudar os hábitos e atitudes do público masculino em relação a sua saúde e seu corpo, incentivando assim, o diagnóstico precoce de doenças como o câncer de próstata.

Fazer os exames solicitados pelo médico no check up de rotina é uma das formas de prevenção da doença. A Sociedade Americana de Urologia recomenda que o exame de sangue para a dosagem do antígeno prostático específico (PSA) seja realizado anualmente por homens a partir dos 45 anos. Além dele, também é importante o exame da próstata.

Afinal, cuidar da saúde também é coisa de HOMEM!!



out rs aO movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês de prevenção do câncer de mama.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Cada ano vem aumentando a adesão ao movimento mundial “Outubro Rosa”, que visa chamar atenção, diretamente, para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

É nosso dever fazermos e incentivarmos a prevenção desse vilão, não basta apenas escrevermos sobre ele em outubro, devemos ficar atentas durante todos os meses do ano, e claro apoiar essa campanha fantástica que acontece no mês de outubro.



Mas isso não é fácil, pois nosso cérebro adora ser multitarefa. Fazer várias coisas ao mesmo tempo, parece ser legal, mas todos nós temos muito a ganhar mantendo o foco em tarefas únicas.Temos várias tarefas em nosso dia. Ficar focado pode ser difícil diante do fluxo constante de tarefas e obrigações, amigos e colegas de trabalho, clientes, internet, redes sociais,  e-mails e telefonemas disputando atenção.

Em meio a tudo isso, entender as limitações do nosso cérebro e trabalhar em torno disso pode #melhorar o foco e ajudar a aumentar a produtividade para você alcançar seus objetivos.Nosso cérebro é finamente sintonizado com a distração, e o ambiente digital de hoje torna a concentração uma atividade difícil.  A distração é um alerta. Oriente a sua atenção para o aqui e o agora. Isso pode ser perigoso, já que a reação do #cérebro é algo automático e pode ser difícil de controlar, ou parar.

Enquanto a multitarefa é uma habilidade importante ela também tem um lado negativo. Ela reduz a nossa inteligência, fazendo com que o nosso QI caia. Com isso, #cometemos erros, perdemos alguns sinais sutis e até perdemos o controle quando não deveríamos.Para piorar tudo a distração sempre é atraente. O seu cérebro acende luzes de recompensa quando trabalhamos multitarefa, o que significa que você tem uma alta emocional quando faz tudo de uma só vez.

Em última análise, o objetivo das nossas vidas não deve ser o foco constante, mas um pequeno e curto período diário sem distrações.

 

Por: Enrico Cardoso


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18
abr

Recolocação

Recolocação

  É comum encontrar ex-colegas e amigos distantes buscando recolocação nos sites de relacionamentos como Facebook®, Twitter® e até em sites de recolocação e discussão sobre carreiras como o LinkedIn® e outros...  O que mais me intriga é o fato de que estes ‘conhecidos’ quando estavam empregados e muitos deles ‘bem empregados’ nunca se importaram em manter certo ‘network’ nestes meios e muito menos com seus ex-colegas e amigos

15
mar

“Como eu arrumo um emprego sem experiência?”

“Como eu arrumo um emprego sem experiência?”

Ótima pergunta. Essa é uma situação do tipo “o ovo ou a galinha”. Qual vem primeiro e como conseguir um sem o outro?  A realidade é que você não pode mentir no seu currículo, então não importa o que você coloque nele, se você não tem a experiência, isso não vai te ajudar. Se você já fez trabalho voluntário, ótimo, e você deve evidenciar qualquer trabalho voluntário relevante em seu currículo, mas isso raramente é um diferencial

18
fev

A importância de assumir os próprios erros

A importância de assumir os próprios erros

"Errar é humano". É essa expressão que costumamos dizer sempre que nos pegamos diante de um erro que nós mesmos cometemos. Tendemos sempre a utilizar diferentes recursos e justificativas para tentar minimizar erros, abusando sempre de ditados populares que remetem ao fato de que "ninguém é perfeito", "todo mundo erra", dentre outros. Com isso, tentamos nos eximir das consequências e prejuízos decorrentes de nossos erros. É claro que

28
jan
Erros na entrevista de emprego: seu corpo entrega suas fraquezas

Para melhor auxiliar seus clientes, o Carrer Builder, site americano especializado em mercado de trabalho, fez uma pesquisa recente para saber quais são os erros mais cometidos pelos candidatos durante uma entrevista de emprego. Por um mês, mais de 2500 recrutadores e diretores de recursos humanos participaram do estudo conduzido por Harris Poll. Segundo levantamento, logo nos primeiros 5 minutos, metade dos entrevistadores já sabe se o candidato está ou não preparado para vaga. O estudo também concluiu que mesmo

16
jun

Resiliência e Flexibilidade

Resiliência e Flexibilidade

São inúmeras as situações que exigem de nós equilíbrio, autocontrole e flexibilidade. Desde um conflito familiar ou afetivo até uma questão profissional. Saber agir de forma eficiente, evitando ser autodestrutivo, é o que se espera para uma vida produtiva e saudável. Resiliência é a capacidade de enfrentar situações adversas aprendendo com as dificuldades sem se abater ou ficar doente. A baixa resiliência pode estar ligada ao estilo de criação

13
mar

O feedback como sinal de respeito

O feedback como sinal de respeito

O conceito de fazer mais com menos, sem revisar processos e que muitas empresas chamam de “produtividade” tem deixado para trás alguns requisitos básicos da excelência. Um deles é dar e receber feedback. Por conta da minha atividade, adquiri o hábito de navegar pelo Linkedin diariamente. A rede permite que eu acompanhe a evolução profissional dos meus contatos e também que eu tenha acesso a artigos interessantes, mesmo que eu esbarre em

30
jan

Quando você não sabe admita: “Eu Não Sei”…

Quando você não sabe admita: “Eu Não Sei”…

Você já tentou saber algo de uma pessoa considerada “Expert” em um determinado assunto e receber como resposta um sonoro “Eu não Sei”? E agora? O sujeito não é autoridade no assunto e me vem com uma resposta dessas! Por isso proponho uma pequena inversão de papéis. Você é agora alguém considerado o “supra-sumo” num determinado assunto e fazem uma pergunta para você, que você não sabe a resposta. Como

10
nov
Novembro Azul: Mês de prevenção ao câncer de próstata

O movimento internacional conhecido como Novembro Azul, é comemorado em todo o mundo, quando teve início o Movember, movimento cujo nome surgiu da junção das palavras moustache (bigode, em inglês) e november (novembro em inglês), na Austrália.  A iniciativa se alastrou, sendo adotada por vários países, inclusive o Brasil, como forma de chamar a atenção dos homens para a importância da prevenção do câncer de próstata. Hoje, o

10
out

Cuidar da saúde é um gesto de amor a VIDA!

Cuidar da saúde é um gesto de amor a VIDA!

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com

10
set
Para alcançar nossos objetivos precisamos de uma ação constante: manter o foco!

Mas isso não é fácil, pois nosso cérebro adora ser multitarefa. Fazer várias coisas ao mesmo tempo, parece ser legal, mas todos nós temos muito a ganhar mantendo o foco em tarefas únicas.Temos várias tarefas em nosso dia. Ficar focado pode ser difícil diante do fluxo constante de tarefas e obrigações, amigos e colegas de trabalho, clientes, internet, redes sociais,  e-mails e telefonemas disputando atenção. Em meio a tudo isso, entender as limitações do nosso cérebro e trabalhar em torno disso